Em sua segunda carta, Pedro nos convida a olhar para a história e para o futuro com os olhos da eternidade. Ele lembra que sempre houve pessoas que zombaram das promessas de Deus, questionando a volta de Cristo e vivendo como se nada fosse acontecer: “Onde está a promessa da sua vinda?” (v.4). Para eles, o tempo parece negar a Palavra de Deus, e a paciência de Deus é interpretada como fraqueza ou esquecimento. Mas Pedro nos alerta que Deus não mede o tempo como nós; o aparente “atraso” é, na verdade, expressão de misericórdia. Ele quer que todos tenham oportunidade de se arrepender e voltar para Ele.