Salomão nos convida a olhar a vida a partir de uma perspectiva dura, porém honesta: a vida “debaixo do sol”. Nessa visão, tudo parece repetitivo, cansativo e sem novidade. Gerações vêm e vão, mas a terra permanece. O sol nasce e se põe, o vento gira sem parar, os rios correm para o mar, mas o mar nunca se enche. Tudo se move, mas nada realmente avança.